um pequeno apontamento de BD progressista pós-revolução
Meninas,
Ao longo do tempo, em diversas conversas nostálgicas de café, fui falando e ouvindo falar dos desenhos animados (vulgo "bonequitos") da minha infância e da infância de amigos mais velhos.
Com a exoeriência fui-me apercebendo de que nunga ganhava a batalha do "este é que era fixe" dos desenhos animados; não valia a pena falar do dartacão, do tom sawyer, da Bia a pequena feiticeira... todos os amigos mais velhos começavam logo com "e os do vasco granja?? lembras-te desses??? Esses é que eram marados!! e tínhamos que levar com eles durante bué de tempo porque só depois é que vinham os bonequitos americanos".
Pois bem, ontem decidi fazer uma procura dos "bonequitos" do vasco granja e fiquei abismada com o que encontrei... eu nem sei bem o que dizer! Admirei a forma como se dirigia às crianças, explicando tudo... mas o tudo que ele explicava, bem... das duas uma, ou as crianças da década de 80 viraram todos grandes intelectuais, ou meteram-se na droga para esquecer os "bonequitos" do vasco granja.
Segue-se um video que encontrei no youtube que ilustra o que tenho estado a tentar dizer; este video era parte de um sketch do Herman Enciclópédia, pelo que as criancinhas em ambiente familiar e o diácono remédios nunca existiram na versão original deste tão grande programa de "bonequitos"...
Espero que apreciem este momento tanto quanto :)) Já agora, expliquem-me: os desenhos animados eram um momento de diversão, de imaginação e sonho com um mundo cor-de-rosa, todo almofadado e com personagens sempre felizes e sim, ouso dizê-lo, animadas!!



