quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Help

Messed up. Need to talk. Anyone available?
Please...

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

psssst

posso saber qual o motivo para ausência tão longa? contem-me coisas. estou sozinha, em lisboa...

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Hoje vou ver o mar


©.joana. | Natal'05

Depois nao digam que eu nao venho aqui colocar coisas lindas!!! ;D
Esta é especial para a Sóniiiiiiinha. Devias oferecê-la ao Zé Carlos ehehehehhe Estás mesmo com aquele ar de « eu sou tão fofinha e queridinha como um peluche bebé» :)

Beijinhos para as minhas meninas,
.j.

ps.: maria mines, o que achaste das fotos? o cd funcionava bem?

domingo, fevereiro 12, 2006

Hei, está alguém em casa?!

Olá, meninas! Então, sempre houve jantarada? E não me contam nada, é?!


©.joana. | Natal'05

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

2 descobertas e 4 recaditos

Duas coisinhas a descobrir:

  1. Freakonomics – fantástico livro inicialmente impingido cá em casa pelo patrão, mas com toda (toda, toda, toda, toda....) a razão. Para os que gostam de passar umas boas horas a ler coisas interessantes, para os que, como eu, têm por vezes aquela tendência muito convenientemente para esquecer que a economia é uma ciência social. Ai, eu a confessar os meus pecados...(gostava de deixar aqui a editora, mas não tenho o livro ao pé, sorry).
  2. Bob Brookmeyer, para os amantes de Chet Baker e não só...Música que dispensa apresentações, muito menos vindas daqui.

Inesita, gracias pelo telefonema a avisar da reunião. Não tivemos tempo para falar muito, mas tou cheia de saudades tuas. Só espero que o estágio não comece tão cedo, porque ando aqui com um projecto sobre o qual não posso falar, mas que me tem ocupado bastante tempo. Mais um mesito sem ter de ir para a faculdade dava cá um jeitaço!


Soniii, miúda, é desta que levas embora os pratos do jantar passado. E eu a pensar que se os tivesse reféns cá em casa, tu voltavas mais cedo para uma jantarada só para os reaveres. lol Bolas, não nos vemos todas desde o Natal, à excepção de uns quantos cafés espalhados aqui e ali...


Ana, de ti sei menos, porque tás longe, mulher. Mas, ficas a saber que estou muito orgulhosa do teu trabalho na revista. Sim, sim, já a recebi. O meu pai levou-a, claro, para a ver com calma. Por isso espero que tragas um exemplar aqui para o jantar para podermos falar sobre isso, ok?


Joanita, quando estiveres cá no Porto e te apetecer um chazito calminho é só dizeres, sim? Ando ocupada, mas não tanto que não dê para arranjar uma horita para uma boa conversa. Nem que seja sobre o Walser. Ah, e da próxima vez que nos virmos, conto com um cd gravado com as fotos todas que me estás a dever (é que me estavam prometidas, por isso, estás mesmo a devê-las - o verbo é esse). Ponto final. Quero isso, pá!

terça-feira, fevereiro 07, 2006

talvez o melhor seja começar já a pedir desculpa assim...


©.joana | Natal'05

Maria Benardina, ficaste linda nesta fotografia :) e as outras três magníficas ao fundo são um espectáculo! ;) Toca a copiar esta foto pro vosso desktop!!! ;)

noticia de ultima hora

Queridas amigas, seria motivo suficiente para eu levar uma valente carga de porrada da vossa parte se vos dissesse que de repente sexta feira tornou-se uma data impossível para mim no que diz respeito ao nosso mítico jantar?!

(meninas, respirem fundo...calma...)

Não me batam!!! A culpa é da minha mãe!!! Ela é que decidiu marcar a festa de aniversário dela para esse dia... :(

(joana pensa numa soluçao...)

Pá, não pode ser no sábado?

(pronto, matem-me! eu mereço...)

super

Como é que é com o jantar de sexta, meninas? É que, dependendo de quem cozinha, tenho de trazer do supermercado coisas diferentes. Vá, quero a lista da cozinheira de serviço para o evento.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

bah

No outro dia, fiz um post e automaticamente apagou-se-me o post do dia anterior. Ainda estou à espera que me expliquem este fenómeno...Era sobre o lado cabotino de Vinicus..bah!
Eu sei que a J já tinha aqui aconselhado o fabuloso livro E como eram as ligas de Madame Bovary de Francisco Umbral editado pela Campo das Letras, mas pronto, assim somos duas e temos mais força e o caneco e agora vocês têm mesmo de ler!
Desaconselha-se Um Diário / Jakob Von Guten de Robert Walser, editado pela Relógio D’Água. Cheguei ao fim e pensei “ok, minês, isso é que foi perder tempo”. Por outro lado, essa sensação pode ser o resultado de ter estado umas boas horas sentada na sala de espera de um consultório, enquanto a respectiva consulta se adiava, adiava e voltava a adiar.
Só cheguei agora a casa.
Bolas, que estou mesmo maldisposta.

ah, uma boa notícia!

Queridas meninas, ontem fui ao cinema com o maridinho ver «O Leopardo», filme que alguém procurava neste Natal (não era?!). Agora até podia ficar aqui a falar de como o Burt Lancaster é incrível, mas a boa notícia é que o filme está em exibição no cinema Nimas, ou seja, quando sair daqui muito provavelmente irá direitinho para o Porto: cinema do Campo Alegre. Pelo menos, é o que tem acontecido com todos os outros filmes, portanto aproveitem esta bela oportunidade!
De resto, não é um dos filmes da minha vida, mas é sempre bom conhecer os clássicos (de preferência na tela gigante)...



ps.: sessão das 14:30, num domingo solarengo. sabem como estava a sala de cinema? CHEIA!!! CHEIA!!! CHEIA!!! eu arriscaria dizer que é nestas coisas que Lisboa dá grandes tareias à cidade do nosso coração...

ps.2: ouvi dizer que a livraria Assírio & Alvim, na Rua Miguel Bombarda, vai fechar ou está a fechar... e a Poetria também corre o sério risco de dizer adeuzinho para sempre. e assim morre o Porto aos bocadinhos...

\o/

Anita, diz-me lá onde está o teu número no meu telemovel quando mais preciso dele? Ontem procurei a lista toda e não encontrei. Nem em Ana, nem em Mau Feitio ;D Portanto, ficam aqui os meus PARABÉNS razoavelmente atrasados, mas inteiramente sentidos! Bom ano, menina! Trabalha menos e aproveita mais os tempos livres para vires ao nosso blogue, ok? Beijinho de Lisboa para Saint Joni da Madera.
(ah, caso não tenham reparado, o título sou eu em forma de símbolo com os braços abertos, num misto de contentamento, euforia e estupidez...ihiih)

domingo, fevereiro 05, 2006

As palavras falham

“ A paisagem recompõe-se e acalma. Depois, Hendrik ajuda a noiva a descer da carreta. Não se apercebendo dos binóculos que, apontados para ela, vão tornando a sua imagem mais nítida, ela dá os primeiros passos até à cabana, ainda segurando o que parecia ser um ramo seco, com os dedos dos pés encolhidos, aquela carne macia raspando debaixo da chita hirta da saia e as palavras voltam a falhar. As palavras não possam de moeda de troca. As palavras alienam. A linguagem não é capaz de exprimir o desejo. O desejo é a exaltação e não a troca. A linguagem só consegue exprimir o objecto do desejo alienando-o.”

-pág 50, No Coração Desta Terra de J.M. Coetzee, Dom Quixote


PS: Oh, menina Ana, eu não consigo falar consigo com o telemóvel desligado! Faça-me o favor de o ligar, para eu lhe poder dar os parabéns, sim?

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

borboletas e sonhos


©.joana. | 2004


«Que aprendeu com Joyce?
Nada.»

Resposta dada por Vladimir Nabokov,
in The Paris Review, Outubro 1967.
Agora presente no livro «Opiniões Fortes», da Assírio & Alvim


Meninas,
há dias em que ler, andar, comer, beber café, etc, não interessa assim tanto. Qualquer coisa maior, e mais forte, ocupa o espaço todo. Quero dizer, o sonho. A arte de passar o tempo a suspirar por coisas ao longe. O gosto por uma certa inocência, ferramenta de criança, ficar a olhar para o tecto - ou somente para a luz - a pensar... Assim estou por causa do Euro Milhões. Não é que tenha jogado, ainda não joguei, e digo ainda porque estou a ponderar seriamente fazê-lo, mas, sim!, tenho para mim que o EuroMilhões é um fenómeno maravilhoso, alavanca de sonhos de meio mundo, alegria maior entre as desventuras do quotidiano, e... e são tão bonitas (e tão inocentes!) certas respostas de quem já apostou:

«vou comprar um tractor novo»
«ajudo a aldeia toda»
«compro uma casa para cada um dos meus filhos»


E por aí fora. Com certeza já ouviram frases assim. E, pronto, numa altura em que melhoro da gripe (aquela fase quietinha e caladinha, em que tenho mais cuidado comigo), penso nisto, na vontade de conseguir sonhar, no absurdo da vida quando perdemos essa magnifícia capacidade, em como sou estúpida quando, por vezes, levo a vida demasiado a sério e só penso na angústia de não conseguir ler todos os livros em simultâneo ou não ter todos os álbuns que gostaria ou, pelo lado mais terreno da existência, quando passo horas de atormento a pensar em arranjar um emprego, ter uma casa minha, um carro, etc. Arghhhh, como consigo ser mesquinha! Devia era aprender com o Nabokov e prestar mais atenção às borboletas...

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

a conversa

“Havia um mundo mecânico, algébrico, científico onde eu não tinha lugar e onde nunca poderia penetrar, essa foi a grande lição que me deixaram os anos de aprendizagem no Liceu. Surgia um limite de compreensão em determinado sentido, onde apenas podia maravilhar os resultados e nunca perscrutar as essências. Foi precisamente essa intransigência que pus perante mim próprio (...). Lembro-me sempre da conversa do Almada Negreiros ao visitar determinado ministro que o havia chamado para tratar de assuntos referentes aos seus trabalhos murais:
«Senhor Almada Negreiros sabe que os painéis...»
O Almada estava calado.
«Senhor Almada Negreiros compreende que o pagamento não é o que tem mais importância uma vez que foi atribuído a um conhecido artista nacional. Não é isso que quero discutir com o senhor nesta ocasião. Mesmo creio que havemos de encontrar uma fórmula para ir ao encontro dos seus desejos e ao contrato. Agora o ponto principal é o seguinte: a arte daqueles painéis, dos frescos que pretende executar e de que me enviou os cartões...»
«Perdão, Senhor Ministro, deve haver um equívoco, Arte é comigo».
Esta resposta creio fundamental para a compreensão e estudo da vida portuguesa. É uma resposta genial.”

Pág 148, O mundo à minha procura de Ruben A., Assírio & Alvim

PS: É engraçado como se arrasta a leitura do último capítulo de um bom livro, como que a pedir que não acabe.

terça-feira, janeiro 31, 2006

“Foi preciso um Camilo – que não era minhoto”

“Eu não percebia nada de nada. Fixava os olhos como perdigueiro marrado. Seguia o deslizar rapidíssimo da corrente do rio donde derivavam pesados cepos de salgueiros, raízes de olmos e matacões de misturas próprias de enxurradas. Tudo em direcção ao mar a desaguar sentimentos. Não me recordo de mais nada. O momento resumia-se total, e hoje percebo que esse contacto, essa iniciação na morte não dá tempo a ideias ou saudades. Era a primeira vez que ficava suspenso, que o mundo me apresentava a cisão absoluta do existente e do inerte. Restava-me andar para a frente secando a cara das rabanadas de chuva que teimavam em carregar mais forte os pensamentos de Sezé. Aquilo para ele também devia ser novidade. O minhoto mexe-se na vida pouco habituado a tragédias no mar; o drama do minhoto é ficar na própria terra e não emigrar; é lutar pela sobrevivência, comer o naco de broa e beber o vinho tinto de Santo Tirso, lavar-se pouco e não fazer a barba. É uma tragédia secundária em que a morte não toma aspectos heróicos. Foi preciso um Camilo – que não era minhoto – para extrair com genialidade as andanças sentimentais e humanas dessa gente nada heróica.”

- pág 24, O Mundo à minha procura de Ruben A., Assírio & Alvim

PS: Obrigado ao pai pelo livro maravilhoso...
PS2: Para quem ainda não esteve com a Soni, ela está óptima e com boas razões para estar feliz (ah, ah, ah, que desta vez é que não sou eu o corno...)
PS3: As melhoras para a J, que por estar em casa doentinha, devia dedicar-se mais à escrita no blog.....hum?
PS4: Toca-me a mim dar-vos conta de que o jantar está definitivamente marcado para dia 10, portanto, aqui vai: O jantar está definitivamente marcado para dia 10.

o regresso...

pois é pois é pois é!

é impressão minha ou tenho andado fora do mundo?

pois é minhas caras amigas/companheiras/etc etc...
os exames ainda não acabaram mas estão na recta final... depois... bom, depois começa a tão afamada introdução ao mundo do trabalho (vulgo estágio). de qualquer forma, e muitos corações partidos depois (entenda-se os das ineses - esse clube tão exclusivo!), ainda aqui estou, no mesmo lugar de sempre (esperemos não por muito mais tempo)...

já sei, já sei que não tenho dado as caras por lado nenhum mas, a verdade é que o tempo não tem sido muito... isto de acabar o curso tem que se lhe diga e a pressão tem as suas consequências (para além dos ataques de pânico em vésperas de exame às duas e meia da manhã e de dormir como uma pedra ignorando qualquer barulho - leia-se telemóvel e afins- no fim dos ditos exames).

mas ainda cá estou, à espera do próximo jantar (sim, dia 10 é bom pra mim)... não garanto que já esteja em forma, até porque ainda vou estar em exames mas, definitivamente motivada para esse mega evento social que é, que vai ser, o jantar das meninas...

claro que será exigida indumentária apropriada (leia-se vestidos de gala daqueles que deixam entrar o frio todo numa normal noite de fevereiro) e conversa a condizer (toca a tirar as rebelo pinto das prateleiras para nos podermos debruçar sobre os paradoxos das nossas existências!),

agora mais a sério minhas meninas, as coisas cá vão andando, os exames correndo (uns melhores que outros) e espero ansiosamente o jantar. mas quero que tenhamos TEMPO para conversarmos e para esgotarmos conversa. quero chegar ao cúmulo de comentar o tempo (percebeu menina sónia-que-tem-de-sair-porque-o-mr.-já-tá-à-espera???).

espero então por nós todas...

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Também ando a ler contos...

“ Então ressoou um longo estrondo de catástrofe, mais tenebroso que os anteriores e ainda mais próximo. Uma tenaz gelada fechou-se sobre o coração dos Gron.
«Oh, não! Não!» recomeçou a senhora a gritar. «Não quero, não quero!». Também ela pálida como a morte, com uma ruga dura a marcar-lhe o rosto, avançou em passos ansiosos para o cortinado que palpitava. E fazia que não com a cabeça, querendo dizer que proibia que aquilo acontecesse, que agora acordaria ela em pessoa e a água não se atreveria a passar.
Viram-na afastar as pontas esvoaçantes da cortina com um gesto de ira, desaparecer do lado de lá no escuro, como se fosse correr com um bando de pedintes maçadores que a criadagem era incapaz de afastar. Com o seu aristocrático desdém supunha que conseguiria opor-se à catástrofe, intimidar o abismo?
Desapareceu atrás do cortinado, e embora o estrondo funesto fosse cada vez maior, pareceu que se fizera silêncio.
Por fim, Massigher disse: «Alguém bate à porta.»
«Alguém bate à porta?», perguntou Martora. «Quem pensa que seja?»
«Ninguém», respondeu Massingher. «É claro que agora já não há ninguém. Contudo, batem à porta, isso é certo. Talvez um mensageiro, um espírito, uma alma que veio avisar. É uma casa senhoril, esta. Por vezes têm essas deferências, os do outro mundo.»”


-pág 68, conto Contudo Batem à Porta publicado no livro Os sete mensageiros de Dino Buzzati, Cavalo de Ferro

tirem-me deste filme!

bem, vamos lá a ver se consigo escrever com mais calma desta vez!

continuo em formação... e nem me vou alargar sobre este ponto, cujo único aspecto positivo é aumentar o meu conhecimento sobre trabalho de secretariado :) - estou a exagerar um pouco, mas permito-me essa extravagância tal é o meu tédio hoje de manhã!

ando a contar os dias para o nosso jantar... não sei se já disse isto aqui, mas parece-me que o melhor dia para o jantar é a sexta-feira, dia 10 de fevereiro (e não no dia 6, como inicialmente propus) porque, para quem trabalha, é muito complicado poder ficar até mais tarde durante a semana; assim, a sexta-feira dia 10 parece-me ser o melhor dia. que me dizem?

.j., ouvi dizer que regressaste ao Norte, mulher!! não sabia que decisão ias tomar na tua vida depois de teres recusado a renovação de contrato, mas fico feliz por estares de volta ao porto;) sempre há-de ser mais fácil encontrarmo-nos todas!!

minês maria, que tens feito para além de devorares tudo o que é papel impresso? se soubesses como te invejo!! nestes dias frios (muito frios, aliás) dava tudo para poder ficar em casa à lareira a ler e a beber chazinho! mas ando de tal forma cansada que se leio uma ou duas linhas adormeço; que o diga o Saramago que não me tem conseguido manter acordada mais de duas páginas! meu deus!!! para não falar na biografia do Mau (Tsé Tung, claro!) que está bem quietinha na minha secretária... só se mexe quando lhe tiro o pó :/

inesita, adorei falar contigo na sexta-feira!! tava cheia de saudades tuas, mulher! fico muito feliz por estar tudo a correr da melhor forma; nada melhor que o tempo para nos dotar de capacidade para caminharmos sempre em frente apesar dos contratempos (apontem esta última frase; nada vos garante que eu não venha a tornar-me famosa e que não consigam fazer dinheiro com uma citação minha!)... melhor que falar contigo, só tomar um chazinho e fumar um cigarrito.

sónia, mulher, já tens novidades para mim?????? ando em pulgas (que é uma expressão de que, pessoalmente, gosto muito) para saber como evoluem as coisas. desejo-te a amior sorte do mundo (porque já só prtecisas de sorte pois talento tens de sobra!!!) NÃO DESISTAS!!!!! mesmo que a decisão não seja a que queiras. eu e as meninas acreditamos em ti!!!!

agora vou ausentar-me mais um pouco, numa tentativa (frustada, à partida) de me concentrar no formador (que está há duas horas a falar dos sites do governo e da sociedade da informação - iupi!).

desejo-vos um bom dia e, quiçá, uma boa semana. e num ataque de saudosismo atiro ainda "sinto muito a vossa falta" :( *

Isto tem de ser muito rápido!!!

Olá, minhas meninas do coração!
Acabei de chegar do trabalho (sim porque aquilo não se pode chamar de emprego) e tou super cansada... mas tava a morrer de saudades!
Já não dá para aguentar mais!
3ª feira tou de folga e quero convocar um café ou um cházito para a tarde! Tenho imensas coisas para vos contar e espero já ter, nessa altura, uma grande notícia para vos dar :)
Tenho mesmo muitas saudades!
Até amanhã! (pois amanhã entro às 10h e saio às 19h)...
Beijinhos muito, muito grandes para todas!

P.S. prometo que depois escrevo aqui algo com mais calma... pelo menos no que diz respeito ao jantar, há coisas que quero esclarecer (principalmente ctg, minês)... beijinhos e até muito, muito breve!

domingo, janeiro 29, 2006

vou fazer um filme, pai

“Dois ou três discos, uma gravata porque já era um homem e a grande ideia do pai, uma ida ao cinema. Era uma fita de índios e cowboys, com mesas reviradas, ruas inteiras a arder, zumbidos, cadáveres, cavalos tombando e relinchando e uma rapariga morena na garupa, o beijo final. O fascínio, a exaltação, o coup-de-foudre.
- Vou fazer um filme, pai.
Assim mesmo. Não houve segmentos nessa decisão.
- Vou fazer um filme, pai.
- Óptimo. Sais do quarto e vais para a rua filmar índios e cowboys?
- Vou filmar todos os zumbidos, todos os beijos, todas as pessoas.
- Óptimo. Amanhã compro-te uma máquina fotográfica para ires treinando.
- Uma máquina fotográfica não capta os zumbidos, não capta o movimento. Vou fazer um filme, pai.
- Óptimo. Amanhã compro-te uma máquina de filmar.”



-pág 30, A Construção da noite de Julieta Monginho, Dom Quixote